Quando Jocelyn Leitzinger pediu aos seus alunos que compartilhassem uma anedota pessoal sobre discriminação, percebeu que a vítima costumava se chamar Sally. “Estava claro que era um nome feminino comum para o ChatGPT“, lamenta a professora de Chicago, nos Estados Unidos. Leia mais (07/02/2025 – 17h24)
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