Com o impacto ainda recente provocado pela morte da brasileira Juliana Marins no vulcão da Indonésia, e lendo os comentários sobre o caso nas inóspitas redes sociais, ficou no ar a pergunta sempre feita por quem só vê esportes de aventura do conforto do sofá: o que leva alguém a arriscar a própria vida em esportes que sequer têm o possível retorno milionário de uma Fórmula 1, em cantos remotos do planeta? Leia mais (07/02/2025 – 23h00)
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