Vídeo mostra quando psicólogo deixa Bosque dos Buritis após matar cantor, diz polícia Um vídeo divulgado pela Polícia Civil (PC) mostra quando o psicólogo Arthur Vinicius Silva Lima, de 32 anos, deixa o Bosque dos Buritis, em Goiânia, após matar o cantor e músico Bruno Duarte. Nas imagens é possível ver o homem de camisa preta caminhando do lado de fora do bosque, segundo a polícia, indo para o carro (assista o vídeo acima). A defesa do psicólogo disse em nota que Arthur estava “sendo agredido verbalmente e, em legítima defesa, utilizou um canivete para se defender de uma faca”. A advogada disse ainda que o crime não foi premeditado nem houve emboscada (veja a nota completa no final da matéria). De acordo com o delegado, o homem que aparece nas imagem de camisa preta é o psicólogo Arthur Vinicius que foi preso em Catalão quando tentava fugir. Ele é suspeito de matar Bruno Duarte a facadas em crime que teria sido motivado porque o psicólogo não aceitava o fim do relacionamento com a ex-mulher e ela estaria se relacionando com Bruno, disse à polícia. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Arthur foi preso em flagrante nesta segunda-feira (28), enquanto tentava fugir com a ajuda do pai, em Catalão, de acordo com a Polícia Militar. “Ele confessou que realmente matou, mas alegou que foi em legítima defesa. Ele argumentou que de fato o Bruno tinha um relacionamento com a ex-mulher dele, e que isso mexeu muito com ele”, afirmou o delegado Vinicius Teles ao g1. Arthur Vinicius Silva Lima (suspeito) e Bruno Duarte (vítima) Reprodução/Integra IFG e Reprodução/TV Anhanguera LEIA TAMBÉM: ENTENDA: Músico é morto no Bosque dos Buritis, em Goiânia PRISÃO: Psicólogo é preso suspeito de matar cantor em Goiânia Entenda o caso Bruno Duarte foi encontrado morto no Bosque dos Buritis, no Setor Oeste, na noite de sábado (26). Ao g1, a Guarda Civil Metropolitana informou que o corpo da vítima estava próximo ao Monumento da Paz e apresentava sinais de facadas. De acordo com o delegado, o suspeito disse que encontrou com a vítima no bosque, mas a Polícia Civil acredita que o crime tenha sido premeditado. Na ocasião, o psicólogo afirmou que questionou Bruno sobre o seu relacionamento com a ex e alegou que os dois iniciaram uma discussão. A versão do psicólogo é de que a vítima estava com uma arma branca e por isso agiu para se defender, informou o investigador. No entanto, uma testemunha presenciou o momento em que Bruno foi assassinado. “Depois que ele desferiu vários golpes [com uma faca], a vítima já estava totalmente desfalecida e não movimentava mais. Ele sai, volta, e ainda desfere pelo menos mais três golpes no pescoço. Ainda que houvesse a legítima defesa, ela não estaria presente no caso porque houve o excesso doloso”, destacou o delegado. Nota da defesa “No dia dos fatos, o Arthur encontrou-se com Bruno no Parque dos Buritis por acaso, sendo agredido verbalmente e, em legítima defesa, utilizou um canivete para se defender de uma faca. Não houve premeditação ou emboscada, sendo a luta corporal uma reação imediata à agressão sofrida. Que a defesa vai impetrar Pedidos de Liberdade e provar a Legitima defesa durante instrução do processo.” 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.
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