“Num mundo em que algoritmos digerem montanhas de textos e regurgitam parágrafos sem espinhas, o papel do escritor talvez seja lembrar que a arte da língua reside justamente no desvio, no artifício humano. De que vale uma prosa que não tropeça no próprio rabo, que não saboreia a origem de uma palavra, que não se permite brincar com o risco de vida da expressão ‘risco de vida’?” Leia mais (08/01/2025 – 14h58)
📰 Conteúdo Importado via IA: Este artigo foi automaticamente importado e adaptado por Inteligência Artificial a partir de Folha de S.Paulo – Últimas Notícias. Ver artigo original.




