A multidão estava atenta quando Tatiana Andia pegou o microfone: ela era uma heroína para muitos na sala, a mulher que negociou preços mais baixos de medicamentos para a Colômbia. Mas, naquele dia, em uma conferência para políticos e acadêmicos sobre o direito à saúde na América Latina, havia um tema mais íntimo que ela queria discutir. Leia mais (08/05/2025 – 23h00)
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