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SP diz que 'neutralizou' um dos criminosos do PCC mais procurados do país; entenda

Guilherme Derrite anuncia morte de chefe do PCC que participou de mega-assalto em SP Um dos criminosos mais procurados do país, Luken Cesar Burghi Augusto, foi morto em Praia Grande, no litoral de São Paulo. De acordo com o secretário estadual de Segurança Pública, Guilherme Derrite, o homem entrou em confronto com agentes das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota). “Não restou outra alternativa, a não ser a neutralização”, disse (assista acima). Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) afirmou que a ocorrência é investigada pelas polícias Civil e Militar. Segundo a pasta, as imagens registradas pelas câmeras corporais dos policiais envolvidos na ação foram preservadas e serão analisadas. O caso ocorreu na noite de sábado (9), na Avenida Dom Pedro II, no bairro Ocian. De acordo com a SSP-SP, os agentes da Rota foram ao endereço após uma denúncia sobre o paradeiro do procurado. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Segundo a Polícia Civil, o Luken atirou contra a equipe, mas o tiro atingiu o escudo balístico de um dos policiais. Desta forma, os agentes reagiram e atingiram o homem. “Esse indivíduo considerado um dos mais procurados do país acabou sendo encontrado e neutralizado pelos policiais da Rota”, afirmou Derrite, em vídeo publicado nas redes sociais. De acordo com a pasta, Luken morreu no local, onde foram apreendidos uma pistola calibre 9mm, munições, documentos com suspeita de falsificação e estojos de munição. A perícia foi acionada e exames residuográficos foram solicitados. Guilherme Derrite (à esq.) afirmou que a Rota ‘neutralizou’ Luken Cesar Burghi Augusto (à dir.) Reprodução O criminoso Conforme apurado pelo g1, Luken era um dos chefes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O criminoso tinha um histórico extenso de participação em crimes de grande repercussão, como o mega-assalto na empresa de transporte de valores Protege, em Araçatuba (SP), em 2017. Ele foi condenado a 46 anos e 11 meses de prisão pelo mega-assalto à empresa de transporte de valores Protege, em Araçatuba (SP), em 2017. VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

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