O rapper Kid Cudi, 41, uma testemunha-chave no julgamento por tráfico sexual contra o magnata do hip-hop Sean “Diddy” Combs, 55, revelou em uma nova entrevista publicada nesta quarta-feira (13) que se recusou a testemunhar duas vezes antes de ser intimado oficialmente.
“Eu senti que estava calmo. Eu estava lá porque precisava estar”, disse Cudi ao apresentador Alex Cooper, em uma conversa para o podcast “Call Her Daddy”.
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“Eu odiei cada minuto disso”, acrescentou Cudi. “Eu não queria fazer isso, mas aí pensei, quando estava lá em cima, que estava ali para apoiar a Cassie (Ventura).”
Cudi testemunhou no julgamento de Combs, em maio, que sua casa foi arrombada e seu carro incendiado em 2011, por volta da época em que mantinha um relacionamento com Ventura.
“Sempre quis vê-la prosperar, se dar bem e ser feliz. Eu sabia que ela estava vivendo um pesadelo”, disse Cudi sobre Ventura. “Eu só estava ali para apoiá-la. Isso foi o que, de certa forma, me deu paz com a situação. Quando me sentei naquela cadeira, foi de pensar ‘Droga, não quero fazer isso’ para ‘Cara, preciso dar apoio à minha amiga e cuidar dela’.”
No mês passado, um júri condenou Combs por duas acusações de transporte para se envolver em prostituição. Ele foi absolvido das acusações mais graves de conspiração para crime organizado e tráfico sexual.
Ele enfrenta uma sentença máxima de 20 anos de prisão, embora provavelmente receba uma pena significativamente menor, segundo analistas jurídicos.
A audiência de sentença está marcada para 3 de outubro.
O novo livro de Cudi, “Cudi: The Memoir”, foi lançado nesta semana. Ele também tem um novo álbum, “Free”, com lançamento previsto para 22 de agosto.
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