Esquema envolvia um gerente do Banco da Amazônia, no Maranhão, que copiava a senha dos clientes e fazia transferência do dinheiro para outras contas bancárias. Imagens da prisão do gerente do Banco da Amazônia, no Maranhão, na sexta-feira (4), que roubava a senha dos clientes. TV Globo Dois homens foram presos pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em ataques cibernéticos a bancos, causando um prejuízo de mais de R$100 milhões. Eles são investigados por lavagem de dinheiro, fraude cibernética Um dos homens foi detido no momento em que tentava fazer um saque no valor de R$ 2 milhões em uma agência bancária na Avenida João Pinheiro, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. “Um dos suspeitos apresentou um contrato de compra e venda, que ele mesmo falsificou de um imóvel para justificar que ele teria vendido um imóvel nesse valor —R$ 2 milhões —que teria caído na conta dele”, explicou o delegado da Polícia Civil Anderson Kopke. De acordo com o delegado, o dinheiro faz parte de uma transferência no valor de 107 milhões de reais feita de uma agência do Banco da Amazônia, que funciona em Belém, capital do Pará. Mas o golpe começou na cidade de Santa Inês, no interior do Maranhão. Um gerente do Banco da Amazônia também participava do esquema de fraudes. De acordo com a Polícia Civil, ele implantou um dispositivo na agência para capturar as senhas dos clientes e depois desviava os valores das contas deles. As investigações tiveram o apoio da Polícia Civil do Estado do Pará. Segundo a polícia, o dinheiro foi distribuído em contas diferentes em 10 estados. Foram enviados mais de R$ 30 milhões para Minas Gerais. Assista aos vídeos mais vistos do g1 Minas
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