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Professores municipais de BH em greve fazem manifestação e fecham Avenida Afonso Pena

Manifestação foi iniciada em frente ao TJMG, onde acontece audiência de conciliação entre prefeitura de BH e sindicato que representa os professores municipais, em greve desde 6 de junho. Manifestação dos professores da rede muncipal de ensino em frente ao TJMG, na Av. Afonso Pena. Categoria está em greve desde 6 de junho. Reprodução Uma manifestação dos professores da rede municipal de ensino fechou o trânsito da Avenida Afonso Pena, no sentido Centro, na altura do Bairro Serra, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, nesta quarta-feira (2). A interdição da via começou por volta das 11h da manhã. Até a última atualização desta reportagem, a BHTrans não tinha previsão de liberação das faixas. O protesto acontece em frente ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, onde ocorre uma audiência de conciliação entre Prefeitura de Belo Horizonte e Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de BH (Sind-Rede/BH). Os professores municipais estão em greve desde 6 de junho. A audiência de conciliação foi determinada pelo desembargador Leopoldo Mameluque, que negou o pedido do prefeito Ávaro Damião (União Brasil) de interromper a greve da rede municipal, e propôs que as partes entrem em acordo. Em uma assembleia realizada nesta terça-feira (1º), os professores da educação de Belo Horizonte decidiram manter a greve. A decisão foi tomada um dia após a prefeitura confirmar cortes nos salários dos profissionais que aderiram ao movimento. Os professores reivindicam 6,27% de recomposição salarial, retroativo a janeiro, com base na correção do piso nacional do magistério, além de preenchimento imediato das vagas do quadro de educadores e a redução do número de estudantes por sala de aula — atualmente, são cerca de 30. Desde o começo das negociações, a prefeitura oferece um reajuste de 2,49%, valor que já foi concedido a outros servidores do município. Corte nos salários Por meio da Procuradoria-Geral do Município, o Executivo divulgou, nesta segunda-feira (30), que realizou descontos “referentes aos dias não trabalhados pelos profissionais da educação”. Na última sexta-feira (27), o prefeito Álvaro Damião (União Brasil) anunciou que cortaria o ponto dos profissionais. “Não existe a possibilidade de pagar uma pessoa que não foi trabalhar”, disse ele. Professores ouvidos pelo g1 confirmaram que receberam os contracheques com descontos que chegam a 20% do salário. Reabertura com merenda Apesar do anúncio do prefeito de que as escolas municipais de Belo Horizonte seriam reabertas no último sábado (28) para a distribuição de merenda aos alunos, as instituições ficaram fechadas. Manifestação dos professores da rede municipal de ensino em frente ao TJMG, nesta quarta-feira (2) Globocop/TV Globo Em assembleia em frente à prefeitura, professores de BH mantêm a greve Assista aos vídeos mais vistos do g1 Minas

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