A primeira geração a crescer entre algoritmos, redes sociais e inteligências artificiais também é a que mais convive com a ansiedade, o medo de ficar de fora, a comparação constante e a solidão digital. Não é coincidência, mas sim um retrato do tempo em que vivemos -um tempo em que as interações mediadas pela tecnologia moldam afetos, crenças e visões de mundo, impactando profundamente a saúde emocional e a forma como jovens se comunicam, se relacionam e se percebem. Leia mais (07/10/2025 – 10h12)
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