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Setor de proteína animal defende “rápida solução” para tarifas dos EUA

A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) defendeu uma “rápida solução diplomática” para as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros a partir de 1º de agosto. A entidade ressalta a importância de negociações em alto nível para preservar as exportações e a sustentabilidade das cadeias produtivas.

De acordo com a ABPA, apesar da balança comercial entre Brasil e Estados Unidos ser deficitária para o país, as exportações de proteína animal para o mercado americano são fundamentais para a sustentabilidade dos setores produtivos envolvidos, gerando divisas importantes.

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“Exatamente por isso, o setor produtivo confia que as negociações se mantenham dentro do mais alto nível das tratativas comerciais e que tenhamos uma rápida solução diplomática, o que é uma tradição nas relações entre as duas nações”, diz a entidade em nota publicada nesta quinta-feira (10).

Segundo a Abpa, atualmente, os Estados Unidos ocupam a 12ª posição entre os principais destinos das exportações brasileiras de carne suína. No primeiro semestre de 2025, foram embarcadas 14,9 mil toneladas, resultando em receitas de US$ 31,6 milhões.

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No segmento de ovos, o mercado norte-americano é o mais relevante para o Brasil, com 15,2 mil toneladas exportadas no mesmo período, totalizando US$ 33,1 milhões em faturamento. A entidade reforça que, no entanto, o Brasil não exporta carne de frango para os EUA.

A ABPA reforça a necessidade de que as negociações entre os governos brasileiro e norte-americano se mantenham em alto nível e em caráter prioritário, buscando uma solução rápida e eficiente para a questão das tarifas, que afetam diretamente a competitividade e a estabilidade do setor exportador.

📰 Conteúdo Importado via IA: Este artigo foi automaticamente importado e adaptado por Inteligência Artificial a partir de CNN Brasil. Ver artigo original.

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