A segunda edição do CNU (Concurso Nacional Unificado) traz avanços ao criar regra para equiparação de gênero e estabelecer em alguns cargos novas modalidades de avaliação, incluindo a prova oral. Mas, segundo especialistas, a seleção continua priorizando a avaliação sobretudo do conhecimento técnico, sem identificar se o candidato tem outras habilidades necessárias para atuar no setor, como proatividade e capacidade de trabalho em equipe. Leia mais (07/02/2025 – 12h31)
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