Transportes foram vendidos por R$ 793,7 milhões, que serão pagos pela Bahia em quatro parcelas anuais. A primeira foi paga em dezembro de 2024. Obra do VLT está parada desde dezembro de 2014 Mayke Toscano/Gcom-MT 🚈Os últimos vagões do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), guardados desde 2014 em um terreno próximo ao Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, estão sendo transferidos até a sede da empresa CAF, em Hortolândia, no interior de São Paulo, nesta sexta-feira (4). Os vagões foram vendidos ao governo da Bahia em 2024, e, posteriormente, serão transportados até Salvador. Ao todo, os 40 vagões foram negociados por R$ 793,7 milhões. O acordo estabeleceu o pagamento para Mato Grosso em quatro parcelas anuais, corrigidas pela inflação. A primeira foi paga em dezembro de 2024. As obras do projeto de implantação do VLT custaram mais de R$ 1 bilhão para os cofres públicos do estado, à época da Copa do Mundo de 2014, quando deveria ter sido entregue. População cobra decisão sobre o que fazer com o VLT VLT substituído por BRT O VLT foi projetado para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil e foi marcado pela corrupção e entraves judiciais. A obra previa 22 quilômetros de extensão entre Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana da capital. Em dezembro de 2014, as obras foram interrompidas. Em 2018, o governo do estado rompeu o contrato com o consórcio VLT e, depois, decidiu substituir o modal pelo Ônibus de Trânsito Rápido (BRT). Já em dezembro de 2022, o governo começou a retirar as estruturas que serviriam de suporte para o VLT em Várzea Grande. Transportes foram vendidos por R$ 793,7 milhões ☑️ Clique aqui e siga o perfil da TV Centro América no Instagram ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp
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