Apesar de sua importância para a segurança hídrica e de estarem protegidos por lei, os olhos d’água difusos -principais responsáveis pela formação dos campos úmidos do cerrado– continuam sistematicamente negligenciados por políticas públicas, consultores ambientais, proprietários rurais e órgãos de fiscalização. A desconexão entre a linguagem técnica e a jurídica é apontada por um grupo de pesquisadores brasileiros como uma das causas centrais dessa invisibilidade institucional. Leia mais (07/10/2025 – 11h15)
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