Levantamento também vai apurar a avaliação do governo Lula e intenção de voto na disputa pela presidência em 2026. Entrevistas serão feitas entre os dias 10 e 13 de julho com 2.004 eleitores. A Quaest faz, a partir desta quinta-feira (10), uma pesquisa que medirá a opinião dos brasileiros sobre a tarifa de 50% a ser aplicada a partir de 1º de agosto a produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e vai ouvir 2 mil pessoas até domingo (13). Os dados vão ser divulgados a partir de quarta (16). O anúncio da tarifa foi feito na quarta-feira (9) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, com o argumento de que o Brasil promove uma “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Trump disse, ainda, que a relação comercial entre os países é injusta, apesar de a balança comercial ser favorável aos EUA. Desde 2009, o Brasil compra mais do que vende para o mercado norte-americano (veja no infográfico abaixo). Infográfico mostra fluxo comercial entre Brasil e Estados Unidos desde 1997. Arte/g1 Pesquisa também vai medir avaliação do governo e intenção de voto para 2026 A pesquisa também vai medir a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e as intenções de voto para 2026. Segundo Felipe Nunes, fundador e CEO da Quaest, os levantamentos a partir desta pesquisa e até a eleição de 2026 vão ser mensais serão “A redução do intervalo entre as pesquisas vai permitir captar com maior precisão as tendências do eleitorado”, afirmou Nunes. Último levantamento: 57% desaprovavam o governo, e Lula empatava com Bolsonaro, Tarcísio, Ratinho Jr., Michelle e Eduardo Leite em eventual 2º turno A pesquisa anterior da Quaest, divulgada em 4 de junho, indicou que 57% desaprovavam o governo Lula e 40% aprovavam. Veja os números: Desaprova: 57% (eram 56%) Aprova: 40% (eram 41%) Não sabe/não respondeu: 3% O levantamento também mostrou que, pela primeira vez, nomes alternativos a Jair Bolsonaro (PL) na disputa pela presidência da República em 2026 empatavam com Lula num eventual segundo turno. Lula estava tecnicamente empatado com Bolsonaro, Tarcísio (governador de São Paulo), a ex-primeira dama Michelle, Ratinho Jr. (governador do Paraná) e Eduardo Leite (governador do Rio Grande do Sul). Lula seguia à frente do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil).
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