Imagine ouvir versos como “Colombo, fecha as portas dos teus mares!”, de Castro Alves, em “O Navio Negreiro”, ou “Última flor do Lácio/ És, a um tempo, esplendor e sepultura”, de Olavo Bilac, em “Língua Portuguesa”, recitados por seus autores. Como nenhum dos dois foi gravado, temos de lê-los nós mesmos em voz alta para imaginar como seria. Castro e Bilac são poetas que ficam melhores ainda quando suas palavras ressoam no espaço, mais do que na leitura muda a que submetemos tudo que nos cai aos olhos. Leia mais (07/10/2025 – 08h00)
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