Moscou registrou temperaturas excepcionalmente altas, atingindo 35°C na última quinta-feira (20), marcando o dia mais quente do ano na capital russa.
A intensa onda de calor que atinge o país tem levado a população a buscar alternativas para se refrescar. Os moradores encontraram alívio nas diversas fontes e lagos espalhados pela cidade, transformando estes espaços em pontos de encontro para fugir das altas temperaturas.
O contraste é notável, especialmente após um mês de junho que apresentou temperaturas abaixo da média e precipitação elevada.
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Perspectivas climáticas
As previsões meteorológicas indicam que as temperaturas elevadas devem persistir durante todo o fim de semana na região.
Apenas após este período, é esperada uma redução gradual nos termômetros, trazendo alívio para a população.
O fenômeno atual representa uma mudança significativa no padrão climático da região, que tradicionalmente experimenta temperaturas mais amenas durante esta época do ano. A situação tem chamado a atenção das autoridades meteorológicas locais, que continuam monitorando a evolução das condições climáticas.
O mês passado foi o terceiro junho mais quente já registrado no mundo, atrás do mesmo mês em 2024 e 2023, informou o Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia.
A Europa Ocidental teve o mês de junho mais quente já registrado, com grande parte da região sofrendo “estresse térmico muito forte” — definido por condições que parecem uma temperatura de 38 graus Celsius ou mais, disse o Copernicus.
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