O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, ordenou nesta terça-feira (15) a retirada 2 mil soldados da Guarda Nacional que foram enviados a Los Angeles.
O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, disse que a decisão se deve ao sucesso da missão.
O presidente dos EUA, Donald Trump, enviou tropas da Guarda Nacional da Califórnia para Los Angeles em junho, contra a vontade do governador democrata Gavin Newsom, para reprimir protestos desencadeados por batidas de imigração em locais de trabalho por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE).
Outros 700 fuzileiros navais também foram enviados a Los Angeles, que é considerada uma cidade-santuário.
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Apesar dos desafios legais, um tribunal de apelações dos EUA permitiu que Trump mantivesse o controle da Guarda Nacional da Califórnia.
No entanto, a decisão de enviar tropas para Los Angeles provocou um debate nacional sobre o uso das forças armadas em solo americano e inflamou a tensão política na segunda cidade mais populosa do país.
O Pentágono defendeu a mobilização, afirmando que proteger os agentes do ICE garante que eles possam desempenhar suas funções.
Mesmo após a retirada desses militares de Los Angeles, outros 2 mil soldados da Guarda Nacional permaneceriam na cidade, juntamente com cerca de 700 fuzileiros navais.
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