O protesto da torcida do Corinthians contra o momento político conturbado rendeu alguns xingamentos curiosos. Os ex-presidentes Andrés Sánchez e Duílio Monteiro, da chapa Renovação e Transparência, foram chamados de “ratazana” e “broxa”, respectivamente.
As ofensas não foram apenas diante da raiva do torcedor, mas algo pensado, com intuito de ironizar situações que aconteceram com os dois dirigentes. Os dois receberam “funerais” das organizadas presentes no Parque São Jorge.
Leia Mais
- Torcida do Corinthians protesta e pede a saída de dirigentes do clube
- Veja quantos ingressos bilionária Portuguesa já distribuiu para jogo
- Universidad de Chile cede virada ao Guaraní, mas avança na Sul-Americana
Além da dupla citada, Roberto de Andrade, Mário Gobbi, André Negão e Augusto Melo também foram hostilizados na sede social do clube paulista.
Os “enterrados” pela torcida do Corinthians hoje.
Roberto de Andrade, Mário Gobbi, André Negão, Duílio, Augusto Melo e Andrés Sanchez. @EsportesCNN pic.twitter.com/Ii7LWXeFOF
— Raul Moura (@mouraul) July 24, 2025
A CNN detalha o significado por trás desses xingamentos.
Duílio e os remédios de ereção
Nesta semana, uma polêmica envolvendo o ex-presidente emergiu no Corinthians. De acordo com o ge, Duílio Monteiro teria comprado remédios para ereção com o cartão corporativo do Corinthians.
Por isso, os xingamentos direcionaram os supostos problemas de disfunção erétil. O dirigente nega as acusações e diz que está à disposição para esclarecer qualquer pendência com o Corinthians.
“Duilio, seu brocha… queremos a expulsão do Andres e sua corja”, grita a Fiel.@EsportesCNN pic.twitter.com/xgnRFRtUWl
— Raul Moura (@mouraul) July 24, 2025
Andrés Sanchez e a ratazana
Desde que o cenário político do Corinthians entrou em ebulição, a torcida chama alguns diretores de “ratos”. Como Andrés Sánchez é uma figura muito poderosa nos bastidores, recebeu a alcunha de “ratazana”.
📰 Conteúdo Importado via IA: Este artigo foi automaticamente importado e adaptado por Inteligência Artificial a partir de CNN Brasil. Ver artigo original.





