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Governo Trump acusa Moraes de ser o centro da 'perseguição' contra Bolsonaro: 'Estamos atentos e tomando providências'

O subsecretário de Diplomacia Pública do governo dos Estados Unidos, Darren Beattie, afirmou nesta quinta-feira (24), em uma rede social, que o ministro Alexandre de Moraes é a peça central do que chamou de “perseguição e censura” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. O post foi feito em resposta a uma publicação do secretário de Estado, Marco Rubio, de sexta-feira (18), quando ele anunciou a suspensão do visto americano de Moraes e de outros ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma conta institucional do Escritório do Subsecretário de Diplomacia Pública do Departamento de Estado, Beattie acusou Moraes de ser o principal responsável pela restrição da liberdade de expressão na América. Segundo ele, o governo dos Estados Unidos está tomando providências sobre o assunto. “O ministro Moraes é o coração pulsante do complexo de perseguição e censura contra Jair Bolsonaro, o que, por sua vez, restringiu a liberdade de expressão na América. Graças à liderança do presidente Trump e do secretário Rubio, estamos atentos e estamos tomando providências.” Initial plugin text O No dia 14 de julho, Beattie já havia feito críticas a Moraes. Na ocasião, ele publicou um post no X comentando uma carta de Donald Trump ao presidente Lula, na qual o governo norte-americano anunciou uma tarifa de 50% para produtos brasileiros importados pelos EUA. No comunicado, o subsecretário afirmou que Trump havia “imposto consequências há muito esperadas” contra Moraes e o governo Lula “por seus ataques a Jair Bolsonaro, à liberdade de expressão e ao comércio com os EUA”. O órgão chefiado por Beattie é responsável pelas relações diplomáticas e pela facilitação de negócios com outros países, incluindo o Brasil. Realação ruim O post de Battie vem um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter afirmado que aplicou tarifas de 50% a países com os quais o relacionamento “não tem sido bom”. O Brasil não foi citado diretamente. Durante um evento em Washington D.C., Trump afirmou que estabeleceu tarifas que variam de 15% a 50% para pressionar outros países a abrir seus mercados. “Em alguns casos, é 50% porque o relacionamento não tem sido bom com esses países. Então apenas dissemos: ‘vão pagar 50’. E é isso”, afirmou. No início do mês, ao anunciar a tarifa de 50% ao Brasil, Trump afirmou que a decisão de aumentar a taxa foi tomada “em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos”. Ainda na carta, Trump também mencionou Jair Bolsonaro e voltou a disse que o ex-presidente é alvo de uma “caça às bruxas”. Por fim, o presidente americano afirmou que a relação comercial dos EUA com o Brasil é “injusta”. “Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco”, escreveu. Apesar do argumento, dados do Ministério do Desenvolvimento mostram que o Brasil tem registrado déficits comerciais seguidos com os EUA desde 2009 — ou seja, há 16 anos. Desde então, o governo brasileiro tem se reunido com empresários e avalia como reagir à medida anunciada por Trump. *A reportagem está sendo atualizada.

📰 Conteúdo Importado via IA: Este artigo foi automaticamente importado e adaptado por Inteligência Artificial a partir de G1 – Últimas Notícias. Ver artigo original.

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