Quero que vocês parem e leiam com atenção o que vou dizer. Uma mulher indígena do povo kokama foi colocada numa cela masculina com seu bebê recém-nascido. Ali, num prédio público do estado do Amazonas, essa mulher foi estuprada durante nove meses por agentes de segurança pública. Pela frente e por trás, como ela mesma relatou. Estuprada com o filho ao lado, amamentando, ainda em resguardo. Estuprada em série, sob ameaças e sob o manto da impunidade. Nenhum policial foi investigado. Nenhum foi punido. O estado do Amazonas propôs a ela, como resposta, uma indenização de R$ 50 mil. Leia mais (07/24/2025 – 20h10)
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