Para a cineasta Kate D’hotman, de Cidade do Cabo, conectar-se com o público de cinema é algo natural. Muito mais intimidador é falar com outras pessoas. “Nunca entendi como as pessoas [decifram] sinais sociais”, diz a diretora de filmes de terror de 40 anos. Leia mais (07/26/2025 – 12h40)
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