Prefeitura de Senador Amaral decidiu transformar ‘Morango do Amor’ em patrimônio imaterial A Prefeitura de Senador Amaral (MG) tornou o doce “morango do amor” em patrimônio cultural imaterial. Agora o município, que é um grande produtor da fruta, quer o reconhecimento do estado. 📲 Participe do canal do g1 Sul de Minas no WhatsApp O doce que viralizou e se tornou febre em todo país, foi o vencedor do concurso gastronômico do Festival de Inverno de 2025 de Senador Amaral, realizado em junho. “Depois do concurso, o doce virou febre”, afirmou o secretario municipal de Turismo e Cultura, Evanil Emiler da Silva. Senador Amaral torna o “morango do amor” em Patrimônio Cultural Imaterial” Reprodução EPTV O secretário foi o responsável pelo inventário de proteção do acervo cultural do município que conferiu ao doce o título de patrimônio imaterial. O inventário mostra a importância do morango para Senador Amaral, um dos maiores produtores de Minas Gerais, com 21 milhões de pés em uma área plantada de 420 hectares. O município produz 32 mil toneladas anualmente. Senador Amaral é um dos maiores produtores de morango de Minas Gerais Reprodução EPTV O mesmo documento foi entregue ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) para buscar o reconhecimento estadual. “Para ser tombado, o primeiro passo tem que ser inventariado. A partir agora das ações que a gente realizar com o morango, cada vez mais ele vai criando forças, caracterizando esse produto exclusivo de Senador Amaral”, explicou Silva. O reconhecimento pode garantir recursos para o município por meio do ICMS cultural, segundo o secretário. “Senador Amaral sai na frente. Com esse registro a gente capita recursos para cidade que soma aí na pontuação do patrimônio cultural e a gente consegue cada vez mais trabalhar a cultura do nosso município”, afirmou. A decisão sobre o reconhecimento do estado deve sair até o final do ano. Febre do morango do amor tem explicação? Veja o que dizem especialistas Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
📰 Conteúdo Importado via IA: Este artigo foi automaticamente importado e adaptado por Inteligência Artificial a partir de G1 – Últimas Notícias. Ver artigo original.








