Eli Lilly é uma das citadas David Morrison/Eli Lilly/AP Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (31), o governo anunciou que enviou cartas aos CEOS de farmacêuticas americanas pedindo imediata redução no preço dos medicamentos vendidos no país. No documento, alega que americanos devem ter o direito de pagar por remédios o mesmo que outras nações. “No futuro, a única coisa que aceitarei dos fabricantes de medicamentos é um compromisso que ofereça às famílias americanas alívio imediato dos preços inflacionados dos medicamentos”, escreveu na carta. Ao todo, segundo a Casa Branca, 17 CEOs receberam o documento. Algumas das farmacêuticas citadas são a Eli Lilly, que produz medicamentos como o Mounjaro, e a Sanofi. Uma das justificativas é de que “outras nações vêm se aproveitando da inovação americana há muito tempo” e disse que “é hora de pagarem sua parte”, escreveu. No documento, o presidente dos Estados Unidos colocou prazo de 60 dias para que as empresas entre alguns pontos que: Forneça os medicamentos pelo preço de Nação Mais Favorecida (NMF) para o Medicaid. Isso significa que os EUA teria direito a vantagens comerciais; Mantenha contrato com os EUA para garantir que o Medicare, o Medicaid e os pagadores comerciais recebam preços de NMF em todos os novos medicamentos, tanto no lançamento quanto no futuro; Retorne o aumento da receita no exterior para pacientes americanos: a proposta é que a receita das vendas fora dos EUA seja usada como desconto nos medicamentos na venda interna. Ao fim, a Casa Branca pontuou que se eles se recusarem, o governo ‘implementará todas as ferramentas’ para evitar ‘práticas abusivas de preços de medicamentos’. Quem se deu bem e quem se deu mal entre as exceções do tarifaço de 50% de Trump
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