Com quatro anos de idade, Marcos Augusto Ramos perguntou para sua mãe: “Por que todo mundo anda de ponta-cabeça?”. A sensação atravessou-lhe os 78 anos de vida: havia algo desajustado no mundo, do qual ninguém se dava conta, e que para ele era óbvio. Tudo o que pensava e fazia buscava escancarar o absurdo na vida -e, de preferência, com humor, o que tornava tudo mais leve. Leia mais (08/02/2025 – 15h00)
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