A distância do polo tecnológico Sul-Sudeste e baixa presença de mulheres na área tornaram Ana Vitória Bacelar, 25, mais pessimista quanto ao mercado de trabalho. “O estado do Pará não tem uma área tão valorizada em tecnologia. É muito mais difícil acessar outras oportunidades e pessoas que não sejam de lá”, afirma. Leia mais (08/08/2025 – 06h00)
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