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As marcas da ditadura na vida de um guarani-kaiowá

O filme “Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá” se abre com a cineasta e liderança indígena Sueli Maxakali de frente para a câmera, apresentando um a um os integrantes de sua família. Logo depois, ela se aproxima de uma mulher mais velha, em busca das histórias de um guarani que andou por aquelas terras depois de meados do século passado. Sueli pega o telefone, tenta ligar para ele, espera. Mas ninguém atende. Leia mais (08/10/2025 – 18h20)

📰 Conteúdo Importado via IA: Este artigo foi automaticamente importado e adaptado por Inteligência Artificial a partir de Folha de S.Paulo – Últimas Notícias. Ver artigo original.

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