Luiz Miguel no colo do pai Luiz Alberto e a mãe Daiana na Unidade Canguru da Maternidade Leila Diniz Créditos: Raquel Oliveira / SMS Referência nacional e pioneira no uso do Método Canguru para o cuidado de bebês prematuros, a Maternidade Leila Diniz, na Barra da Tijuca, está atendendo também pais que têm interesse de manter maior contato pele a pele entre a criança que está se recuperando e o cuidador. A medida traz benefícios para pais e bebês. Neste ano, dois pais que participaram do Método Canguru com seus filhos prematuros vão passar o Dia dos Pais em casa. Luiz Alberto da Silva Ribeiro e Wagner Luiz A. de Oliveira viverão a data ao lado de seus filhos Luiz Miguel e Levi, que venceram os desafios das internações e receberam alta. Por ano, cerca de 200 recém-nascidos são atendidos com o método, que, segundo especialistas da unidade de saúde, melhora o desenvolvimento do bebê, contribui para a redução do tempo de internação e fortalece os vínculos afetivos. A maioria dos atendimentos envolve mães. O toque e a proximidade física ajudam a regular a temperatura do bebê, estabilizar a respiração e a frequência cardíaca, além de favorecer o aleitamento materno e o bem-estar emocional. Luiz Miguel: dois meses de UTI e o reencontro no colo do pai Luiz Alberto veste uma camiseta com a palavra “campeão” e o rosto do filho Crédito: Raquel Oliveira / SMS O presente de Luiz Alberto da Silva Ribeiro, de 42 anos, virá no próximo domingo. No fim de julho, seu filho Luiz Miguel recebeu alta após dois meses internado na UTI. O menino nasceu com problemas respiratórios e precisou de cuidados intensivos até chegar à Unidade Canguru, onde pai e filho puderam ter os primeiros momentos de contato pele a pele. Para Luiz Alberto, pai de primeira viagem, segurar o filho no peito foi mais que um gesto de carinho. “Desde o começo da vida já ter esse contato com a gente é inexplicável. Vê o desenvolvimento do meu filho, sentir a respiração dele grudada na minha, ver a melhora dele, é sensacional. Ele é o meu campeão”, conta. No dia da alta, Luiz Alberto vestia uma camiseta com a palavra “campeão” e o rosto do filho. Dias depois, eternizou o momento com uma tatuagem na panturrilha. Levi: o sonho do segundo filho aos 52 anos Wagner, Levi e Ana Patrícia durante o Método Canguru. O contato pele a pele contribui para a recuperação dos prematuros Créditos: Raquel Oliveira / SMS Para Wagner Luiz A. de Oliveira, de 52 anos, a chegada de Levi foi aguardada por anos. Sua esposa, Ana Patrícia da Silva Marinho, teve a bolsa rota com 29 semanas e permaneceu internada para prolongar a gestação. Levi acabou nascendo com 31 semanas, no dia 24 de junho. O bebê passou três dias na UTI e, em seguida, foi para a Unidade Intermediária e depois para a Unidade Canguru. Foi ali que Wagner superou o receio de participar do método. “No começo eu fiquei com medo, mas aprendi que preciso valorizar cada momento com o meu filho, principalmente nessa fase da minha vida”, afirma. Levi recebeu alta no fim de agosto e, no Dia dos Pais, vai estar em casa, junto com o pai, a mãe e o irmão mais velho, de 19 anos. Wagner conta que continua fazendo o método em casa. “Além de ser excelente para a saúde dele, é um tempo para passar junto e que vou poder contar a ele quando crescer”, diz. Wagner segura o filho Levi no Método Canguru Crédito: Raquel Oliveira / SMS
📰 Conteúdo Importado via IA: Este artigo foi automaticamente importado e adaptado por Inteligência Artificial a partir de G1 – Últimas Notícias. Ver artigo original.







