Na ação que levou executivos da Ultrafarma e do Fast Shop à prisão nesta terça-feira (12), o Ministério Público de São Paulo argumenta que um auditor fiscal do estado, Artur Gomes da Silva Neto, ajudava as empresas a receber ressarcimentos de substituição tributária de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) mais rapidamente. Segundo especialistas, a manobra traz vantagens indevidas às companhias frente à concorrência. Leia mais (08/12/2025 – 20h21)
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