A pedido de ruralistas, o Congresso flexibiliza a legislação ambiental, deixando a cargo do presidente um eventual veto sobre seu ponto mais polêmico. O roteiro é parecido com o da novela do licenciamento no Brasil, mas, na França, uma forte reação da opinião pública concorreu para outro tipo de final: a manutenção da proibição de um pesticida, a despeito do lobby dos fazendeiros e da aprovação de amplo espectro na Assembleia Nacional. Leia mais (08/11/2025 – 23h00)
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