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Após críticas de Salah, Uefa faz nova ação sobre Gaza; veja

A Uefa fez uma ação pedindo o fim das mortes de crianças e civis no conflito em Gaza. O apelo foi feito antes da Supercopa da Europa entre Tottenham e Paris Saint-Germain, nesta quarta-feira (13).

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No gramado, em frente às equipes perfiladas, um grande banner dizia: “Parem de matar crianças. Parem de matar civis.” O momento foi registrado na foto oficial, com a identidade visual da Uefa ao fundo.

From the UEFA Super Cup in Udine, the message is loud and clear.

A banner. A call. pic.twitter.com/HNjPja4OBk

— UEFA (@UEFA) August 13, 2025

Nas redes sociais, a entidade reforçou o recado para além do público presente no estádio em Údine. “Da Supercopa da Uefa em Údine, a mensagem é clara e alta. Um banner. Um apelo”, escreveu.

visualização default visualização full visualização grid Críticas após homenagem a ídolo palestino

A federação europeia, sediada em Nyon, na Suíça, foi alvo de críticas dias antes, quando prestou homenagem ao ex-jogador Suleiman al-Obeid, conhecido como o “Pelé palestino”, morto em um ataque israelense no sul de Gaza, segundo a Associação Palestina de Futebol (PFA).

De acordo com a PFA, Obeid foi atingido quando civis aguardavam ajuda humanitária e tropas israelenses abriram fogo. O ex-atacante, de 41 anos, deixa esposa e filhos, e recebeu diversas homenagens como “uma das maiores estrelas do futebol palestino”.

O egípcio Mohamed Salah, astro do Liverpool, criticou a Uefa nas redes sociais, demonstrando insatisfação com a forma como a entidade tratou o caso.

Can you tell us how he died, where, and why? https://t.co/W7HCyVVtBE

— Mohamed Salah (@MoSalah) August 9, 2025

Salah cobra detalhes da morte de Obeid

O atacante citou a postagem da Uefa e questionou: “Podem nos dizer como ele morreu, onde e por quê?”. A publicação da entidade não citava que o jogador palestino havia sido vítima do exército israelense.

A PFA afirma que Obeid é apenas um entre centenas de atletas mortos em Gaza. Até o último fim de semana, 662 esportistas e familiares teriam perdido a vida em ofensivas israelenses.

Segundo a entidade, o número de jogadores de futebol mortos ou vítimas da fome chegou a 421, incluindo 103 crianças.

Salah já havia se pronunciado antes sobre a destruição no Oriente Médio. “Nem sempre é fácil falar em momentos como este”, afirmou.

(Publicado por Luccas Oliveira)

📰 Conteúdo Importado via IA: Este artigo foi automaticamente importado e adaptado por Inteligência Artificial a partir de CNN Brasil. Ver artigo original.

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