No roteiro de ficção científica que a Apple tenta escrever para os próximos anos, a estrela não é um iPhone mais fino ou um novo Mac. É um robô do tamanho de um abajur, capaz de girar a “cabeça” para acompanhar quem fala, entrar em conversas e executar tarefas sozinho, desde reservar restaurantes até organizar uma viagem.
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