Os novos empréstimos de bancos da China sofreram uma inesperada contração de 50 bilhões de yuans (cerca de US$ 7 bilhões) em julho, segundo dados publicados nesta quarta-feira (13) pelo PBoC, banco central do país, marcando o primeiro declínio do tipo em cerca de duas décadas.
Queda também sinaliza demanda fraca, apesar de esforços de Pequim para impulsionar o consumo doméstico.
O resultado do mês passado contrariou a previsão de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam a emissão de 270 bilhões de yuans em novos empréstimos.
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Em junho, os bancos chineses liberaram 2,24 trilhões de yuans (US$ 312,5 bilhões) em novos empréstimos.
O financiamento social total, uma medida mais ampla do crédito na economia chinesa, diminuiu para 1,16 trilhão de yuans em julho, ante 4,2 trilhões de yuans em junho.
A base monetária da China (M2), por sua vez, teve acréscimo anual de 8,8% em julho, vindo acima do ganho de 8,3% de junho e também da projeção do mercado, de alta de 8,4%.
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