No antigo Carandiru, assisti aos primórdios da criação do PCC. Foi logo depois do massacre de 1992, em que 111 detentos foram mortos. No rescaldo, com o Estado acuado pela repercussão mundial da tragédia, ocorreram batalhas cruentas na disputa pela supremacia na Casa de Detenção e, de forma mais pretensiosa, pelo sistema prisional paulista. Leia mais (08/13/2025 – 15h25)
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