“Não dá mais, precisamos de uma mudança”, comenta o taxista Martín Vargas, 52, enquanto dirige por uma ladeira de Tarija, no sul da Bolívia. “Nenhum candidato tem uma personalidade muito cativante, mas vou votar em quem aparece melhor nas pesquisas, para não corrermos o risco de o grupo do [ex-presidente] Evo Morales ficar no poder.” Leia mais (08/12/2025 – 23h00)
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